
O Atlético ao empatar com o Figueirense ontem, mostrou novamente problemas freqüentes do clube, mas teve algumas mudanças favoráveis ao clube, como a volta do 4-4-2, a entrada de Edson no lugar de Juninho, o placar de 1a1 muito se deve ao goleiro atleticano, que brilhou em lances perigosos. E a estréia dos laterais, César Prates e Amaral.
O que mais preocupa e o fraquíssimo poder ofensivo do clube, Danilinho que teve a oportunidade mais clara de marcar do primeiro tempo mandou para fora. Eduardo, que começou como titular deu lugar para Marinho que não melhorou em nada, o ataque continuou fraco. E quando saiu o gol foi com o apoiador Pet, em cobrança de falta.
E mais uma vez o clube mineiro sofreu gol de bola aérea, numa cabeçada de Marquinho no final do primeiro tempo.
Alexandre Gallo mostrou preocupado com o poder ofensivo do Galo. “Está faltando esse encaixe de uma bola positiva, como tivemos chance hoje (domingo, contra o Figueirense) aos 41 minutos do segundo tempo. Seria o lance do jogo. Infelizmente, não aconteceu. Vamos trabalhar para melhorar. É uma situação que preocupa. Precisamos entrar com mais qualidade, mais clareza na defesa adversária”, disse o técnico.
O Galo precisa encontrar o matador certo, pois desde o começo do ano todos os atacantes do Atlético já atuaram e não conseguiram mostrar qualidade, a não ser Beto que mostrou bom futebol, mas depois se contundiu. Assim vai ser difícil ganhar algum jogo.
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Fraco poder ofensivo
Postado por Rafael às 07:27
Marcadores: Atlético MG, Futebol
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