
Estamos na véspera da partida decisiva entre Fluminense e LDU pela final da Libertadores. O clube equatoriano entra em campo podendo perder por 1 gol de diferença e, claro, pelo empate. O Flu precisa de, no mínimo, fazer 2 gols de diferença para levar a decisão aos pênaltis. Mas os jogadores tricolores estão confiantes nos 3 gols de diferença que darão o título inédito à equipe carioca.
O desafio do time das Laranjeiras não é nem um pouco fácil. A LDU mostrou que tem qualidade com a bola nos pés e sabe explorar bem as deficiências dos laterais cariocas que, apesar de serem bons jogadores, têm pouco poder defensivo.
O Flu tem problemas também. Washington, seu principal artilheiro, não está 100% e deverá jogar no sacrifício, apesar do técnico Renato Gáucho ter o insatisfeito Dodô no banco. Como montar então este time, precisando do resultado sem ficar exposto demais aos contra-ataques equatorianos?
A principal jogada da LDU é pelo lado direito, com o ponta Guerrón, logo, a entrada de Roger para fechar o corredor seria bem-vinda. Para não perder a velocidade e o forte poder ofensivo na esquerda e tendo como base o jogo anterior, Júnior César poderia ser adiantado no lugar de Cícero. Aí vem a dúvida. Thiago Neves e Conca enconstando no adiantado Washington? Ou tira um dos meias para a entrada de Dodô? Eu continuaria com os dois meias de ligação e colocaria Dodô no segundo tempo no lugar do volante Arouca ou Ygor, dependendo de cartões, condições físicas e psicológicas. Com a entrada do atacante, lançaria Roger para a zaga, formando um trio e voltaria a usar os alas. Mas aí estaria no desespero. Que, definitivamente, não poderá ser o 12º jogador do Flu.
terça-feira, 1 de julho de 2008
Raio-X: Flu x LDU
Postado por Pedro às 07:45
Marcadores: Fluminense, Libertadores 2008, Opinião
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